Julio Furtado

Foto de Júlio FurtadoFORMAÇÃO ACADÊMICA E CURSOS

Graduado em Geografia, Pedagogia e Psicologia. Pós-graduado em Orien-tação Educacional, Gestalt terapia e Dinâmica de grupo. Especialista em PNL (Pro-gramação Neurolinguística).

Diplomado em Psicopedagogia pela Universidade de Havana, Cuba. Mestre em Educação pela UFRJ. Doutor em Ciências da Educação pela Universidade de Havana, Cuba. Professor Universitário (Graduação e Pós-graduação). Vice-Reitor da UNIABEU, RJ.

PALESTRAS E CURSOS MINISTRADOS PELO PROF. JÚLIO CÉSAR FURTADO – 2008

1- O desafio de promover a aprendizagem significativa em sala de aula (ou na empresa)

A palestra reforça a noção de Aprendizagem Significativa, partindo da evolução do conceito de aprendizagem através do tempo. Aborda as seguintes questões:
Conceito e mecanismos da aprendizagem significativa;
A estrutura “arquivística” X a estrutura de rede do cérebro humano e suas consequências
A necessidade e as características da sociointeração;
Os sete passos da aprendizagem significativa.

2- As “desaprendizagens” do professor.

A palestra pretende fazer uma reflexão a respeito da prática docente, a partir do discurso da mudança versus a prática da continuidade. Partindo de uma rápida descrição sobre o contexto da aprendizagem e da mudança de hábitos, faz se um relato dos principais comportamentos que dificultam uma prática real do “aprender a aprender” e, por isso, precisam ser “desaprendidos” pelo professor.

3- Afinal, quem manda aqui?! – poder e liderança na sala de aula.

Poder, liderança e suas inter-relações. Os tipos de poder e suas conseqüên-cias. Liderança e motivação. Tendências atuais em liderança. A liderança na sala de aula e seus efeitos na aprendizagem. Que processos o professor lidera? Pro-fessor: líder servidor? Como liderar para favorecer uma aprendizagem significati-va?

4- Aprendizagem significativa e ação docente: em busca de um fazer coerente.

Aprendizagem: o ser projeto e o ser processo. Transculturalidade e Feno-menologia. Dar aulas é para um mundo pronto! Dar respostas é aprisionar! O papel do desafio. Aprendizagem superficial e aprendizagem profunda. Delegação de tarefas no contexto da aprendizagem. A auto-estima como recurso. Aprendizagem e interação social. Por uma ação docente coerente.

5- Projetos de trabalho e os princípios e fundamentos que revelam as apren-dizagens significativas – reflexões sobre o seu fazer

A aprendizagem como condição e instrumento que leva o homem a tornar-se homem. A transição do paradigma comportamental para o paradigma dialogal e as crenças limitantes que emperram o processo. O conceito de Projeto e sua relação com a aprendizagem significativa. As etapas da promoção de uma aprendizagem significativa e as etapas de confecção de um projeto de trabalho. Etapas da elaboração e construção coletiva de um Projeto de Trabalho. A questão da Interdisciplinaridade. O Pensamento Complexo e o trabalho com projetos. A atitude do professor diante do trabalho com projetos.

6- Mudanças na Avaliação da Aprendizagem: necessidades e resistências.

As origens do modelo de avaliação que conhecemos e praticamos. As dife-rentes concepções de Avaliação ao longo do tempo. O conceito de Avaliação coe-rente com uma postura construtiva. As contradições entre Avaliar e Constatar. Ava-liar X dar notas. Avaliação como resultante de um compromisso social. As princi-pais resistências. Dicas para uma Avaliação mais coerente.

7- O papel dos pais em tempos de crise.

A disciplina do medo e o medo da disciplina. A origem das dificuldades para impor limites. Proteger X Cuidar. Auto-conhecimento como pré-requisito para edu-car. O estímulo ao desenvolvimento da auto-estima. A importância de ensinar a lidar com as emoções e com a realidade. As habilidades que serão necessárias para a sobrevivência num futuro próximo. A Educação da vontade. A administração do tempo.

8- Auto-estima e desempenho no trabalho.

A construção da auto-estima. A auto-estima no trabalho e suas relações com o desempenho. Ações que favorecem o aumento da auto-estima no trabalho. O papel da liderança.

9- Professando o quê, Professor?!

Professor não é mais aquele que professa a verdade, mas aquele que con-fessa o não-saber, abraça o compromisso de se re-inventar e adota uma postura de aprendiz. A postura de vir-a-ser é essencial nesse processo, pois permite o vir-a-ser do aluno e colabora para o fazer crescer. Os perigos invisíveis da abdicação e da somatização e os cuidados necessários. Os elementos que colaboraram para o enfraquecimento da identidade do professor nas últimas décadas. Os desafios da pós-modernidade e alguns caminhos para a superação. As atitudes que constroem ânimo para o trabalho. A leitura de mundo e a mediação da aprendizagem. Uma sugestão de caminho: as fases de uma aula significativa.

10 – A pedagogia do erro: errar não é o contrário de acertar

SINOPSE: O erro e a avaliação da aprendizagem. O conceito de erro produtivo. Os diferentes tipos de erro e a atitude do professor. A postura do professor diante do erro.

11 – Entender como se aprende para aprender como se ensina

SINOPSE: Os processos psicológicos da Aprendizagem. Leitura de mundo, Mediação e Aprendizagem. A reconstrução do conhecimento. Etapas para uma aprendizagem eficaz.

12 – Liderança, gestão escolar e pedagógica: o desafio de fazer acontecer

SINOPSE: O papel da educação escolar. O compromisso com a qualidade social. O ato de gerir: afinal o que é isso? As funções do gestor escolar e as funções do gestor pedagógico. Delegar X abdicar. A ação de apoiar, de assessorar e de supervisionar. Os tipos de poder. A liderança na escola.

13 – Conteúdos e competências na sala de aula: o que sai e o que fica?

SINOPSE: Retrata o desafio do professor de trabalhar as competências em sala de aula. Qual o lugar dos conteúdos. Estamos diante de palavras opostas? Como construir o trabalho por competências em sala de aula?

14 – Professor: vida, morte e ressurreição

SINOPSE:

Vida: o perigo iminente da morte manifesto através da postura desmotivada, da abdicação e somatização comum à categoria.

Morte: o risco de “suicídio profissional” presente em algumas atitudes. A necessidade de encarar a auto-superação.

Ressurreição: a reinvenção da ação docente na metodologia, na avaliação e na formação continuada.

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