Rosita Edler Carvalho

Rosita Edler CarvalhoFORMAÇÃO DE NÍVEL SUPERIOR

Bacharel em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia e Letras da ex- Universidade do Estado da Guanabara U.E.G, atual U.E.R.J., (1964);
Licenciada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia e Letras da U.E.G., atual U.E.R.J. ( 1965);
Orientadora Educacional pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Santa Úrsula (1966);
Licenciada em Psicologia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Fundação Universitária Santa Úrsula ( 1971)
Psicóloga pela Fundação Universitária Santa Úrsula ( 1972)
Mestre em Psicologia pelo Centro de Pós Graduação em Psicologia Aplicada do Instituto de Seleção e Orientação Profissional da Fundação Getúlio Vargas ( 1977);
Altos Estudos de Políticas e Estratégias Governamentais, pela Escola Superior de Guerra, 1984;
Doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 1996.
Psicopedagoga clínica pelo CEPERJ EM 2007
Atualmente em formação como neuropsicóloga.

OUTROS

Especialização em Psicopedagogia: Instituto de Pesquisas Educacionais ( 1962);
Atendimento Educacional a deficientes mentais. Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – A.P.A.E ( 1964);
Planejamento em Educação Especial: Universidade Federal do Rio de Janeiro ( 1977);
Teoria e Prática Psicopedagógica : Pontifícia Universidade Católica ( 1982);
Altos Estudos de Política e de Ação do Governo- ESG, 1984
Desenvolvimento Curricular em Educação Especial, Madri – Espanha (1994).
Pós Graduação em Psicopedagogia Clínica pelo CEPERJ- em andamento

ATIVIDADES FUNCIONAIS NOS ÚLTIMOS 20 ANOS

Coordenadora da Coordenação Setorial de Educação Especial da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, de 1975 a 1980;
Assessora Técnica do Centro Nacional de Educação Especial ( CENESP) de 1980 a 1984;
Diretora do Instituto de Psicologia e Comunicação Social da U.E.R.J. de 1980 a 1984;
Professora no Instituto de Psicologia e Comunicação Social da U.E.R.J. de 1969 a 1980;
Membro do Corpo Permanente da Escola Superior de Guerra de 1985 a 1991;
Assessora Técnica da Coordenadoria Nacional para a Integração de Pessoas Portadoras de Deficiências – CORDE – 1992
Sub – Chefe da Divisão de Planejamento da Legião Brasileira de Assistência – 1992
Secretária de Educação Especial do Ministério da Educação e do Desporto -MEC- 1993 e 1994.
Assessora Técnica da Direção Geral do Instituto Nacional de Educação de Surdos, a partir de outubro de 1994.
Consultora Técnica na Área de Educação Inclusiva., atualmente
Pesquisadora na área da Educação Brasileira, atualmente.
Assessoramento técnico, consultoria e docente em assuntos educacionais, atualmente.
Orientadora de Monografias na área de Psicopedagogia da PUC/RJ, atualmente
Professora no Curso de Especialização em Psicopedagogia da PUC/RJ, atualmente.
Pesquisadora em educação inclusiva, atualmente.
Pesquisadora em dificuldades de leitura e escrita de alunos de classes de progressão do RJ, atualmente.
Detentora da Medalha de Honra ao Mérito Educativo, conferida pela Presidência da República em 2002.
Representante, no Brasil, da Rede Internacional de Investigadores e Participantes sobre Integração Educativa .
Pesquisadora visitante na UFRJ, desenvolvendo projeto de pesquisaação com auxílio da FAPERJ (2004 ,2005 e 2006).
Pesquisadora convidada pelo Departamento Nacional de Educação e Ação Social do SESC para avaliar os níveis de alfabetização e
letramento de alunos do último período da educação infantil (2005/2006).
Conferencista em eventos de educação.

Capítulos em livros publicados:

Enfoque sistêmico em educação especial. In Educação Especial. Atuais Desafios. Rio de Janeiro : Interamericana, 1980.
Falando da Integração da Pessoa Deficiente: Conceituação, posicionamento; aplicabilidade e viabilidade. In A integração de pessoas com deficiência. Contribuições para uma reflexão sobre o tema. S.P. Memnon, 1997.
Psicopedagogia Institucional: Abordagem Inclusiva. In Temas em Educação I- Livro das Jornadas, 2002. Curitiba: edição eletrônica da Futuro Eventos, 2002.
Planejamento e Administração Escolar para a Educação Inclusiva. In Temas em Educação II e Temas em Educação IV- Livro das Jornadas, 2003 e 2005. Curitiba: edição eletrônica da Futuro Eventos, 2003 e 2005.
Removendo barreiras para a aprendizagem na educação inclusiva. In Temas em Educação II- Livro das Jornadas, 2003. Curitiba: edição eletrônica da Futuro Eventos, 2003.
Avaliação na perspectiva das diferenças. In Livro do 3º Congresso Internacional sobre avaliação na educação. Curitiba: edição eletrônica da Futuro Eventos, 2005.
Políticas em Educação Especial. In Inclusão e Acessibilidade. Marília:ABPEE, 2006.

Livros Publicados:

A Nova LDB e a Educação Especial. RJ:WVA, 1997. 4ª ed.
Temas em Educação Especial. RJ:WVA, 1998. 4ª ed.
Removendo Barreiras para a Aprendizagem. RS: Mediação, 2000 7ª ed;
Uma promessa de futuro: aprendizagem para todos e por toda a vida. . RS: Mediação, 2002
Educação Inclusiva: com os pingos nos “is”. RS:Mediação, 2004.5ª ed.
A escola inclusiva e a organização do trabalho pedagógico. Mediação, 2008.

Palestras:

Alfabetização e desenvolvimento da consciência fonológica
Aprender a ler e ler para aprender. Métodos de alfabetização. O desenvolvimento da consciência fonológica como estratégia de desenvolvimento lingüístico. Resultados de estudos realizados com a alfabetização fônica de alunos com dificuldades de aprendizagem.

Desenvolvendo currículos por projetos de trabalho
A escola da vida na vida da escola como paradigma para o trabalho curricular. O poder dos projetos de trabalho para o desenvolvimento da aprendizagem com pesquisa. Experiências de êxito.

O Projeto Roma e a proposta de educação inclusiva
Apresentando o Projeto Roma em seus objetivos e em sua fundamentação científica. Da teoria à prática da inclusão, como educação de boa qualidade para todos e com todos, usando-se a proposta pedagógica implícita no Projeto Roma.Relato de experiências.

O processo ensino-aprendizagem e as relações com o saber
Os saberes e a aprendizagem. Saber, informação e constituição do conhecimento.Objeto do saber e saber-objeto.O professor como mediador das relações com o saber.Relações com o saber e relações de saber.

Avaliação da aprendizagem como processo dinâmico.
Para que avaliar a aprendizagem? Os avaliadores e os avaliados: quem são?. Estratégias de avaliação da aprendizagem. O contexto da avaliação e a avaliação do contexto para viabilizar planejamentos educacionais progressistas.

Adaptações curriculares como estratégia de inclusão escolar.
Revendo conceitos e paradigmas: currículo, inclusão e adaptação curricular.
Tipologia das adaptações curriculares. Como organizar e implementar as adaptações no currículo escolar, especialmente as de acesso ao currículo.

Dificuldades de aprendizagem: uma abordagem psicopedagógica.
Contribuições da psicopedagogia para a compreensão do processo de aprendizagem.
Intervenção psicopedagógica na clínica e na escola. O professor com ‘ olhar’ de psicopedagogo.

A terceira infância sob o enfoque psicopedagógico.
Conhecendo o aprendente de 6 a 11 anos em suas dimensões corporal, racional, relacional e emocional. Contribuições de Pain, Winnicot, Erikson, Piaget, Vygotsky e Freud.

Educação Inclusiva: com os pingos nos “is”.
Do que falamos quando nos referimos à educação inclusiva? Alguns equívocos de interpretação da proposta. Desafios na implementação de escolas de orientação inclusiva.

Educação Inclusiva como remoção de barreiras para a aprendizagem e para a participação.
A análise do tema permite reflexões críticas acerca do paradigma da inclusão educacional escolar que vai além da inserção de alunos e alunas em turmas do ensino regular. O conceito de escolas de orientação inclusiva é analisado em sua abrangência para todos os aprendizes. A escola como instituição educacional e seus compromissos políticos com os direitos de cidadania, para o que devem ser removidas barreiras para a prendizagem e para a participação de todos (as) e de cada um (a).

O INDEX da inclusão
Apresentação do conjunto de indicadores que permitem que a escola avalie suas prática, identificando ou não, sua orientação inclusiva. Uso dos indicadores como pistas para o desenvolvimento de escolas de orientação inclusiva.

Avaliação para a identificação de necessidades educacionais especiais.
Avaliação como processo que permite propor mudanças. O modelo dinâmico da avaliação para identificar necessidades educacionais. Dimensões, aspectos, indicadores.

Os modelos médicos e sociais de conceituação das deficiências e incapacidades.

A formação do imaginário social a partir das representações que se fazem acerca das deficiências. A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidades e Saúde _CIF_ e sua importância para as práticas inclusivas.

Avaliação da aprendizagem em escolas de orientação inclusiva.
O processo de aprendizagem e as teorias subjacentes. A avaliação como mediação para a transformação da escola numa direção inclusiva. Alguns paradigmas da avaliação e sua implementação na prática.

Planejamento e organização do trabalho pedagógico em sistemas educacionais inclusivos.
As políticas de educação e as políticas públicas. Estratégias de formulação de políticas públicas de orientação inclusiva.

Metodologia de pesquisa.
A pesquisa como diálogo com a realidade. Tipologia da pesquisa em educação. A pesquisa-ação e a construção do conhecimento escolar.

A cultura do pensar em sala de aula.
Aspectos do desenvolvimento da metacognição no dia-a-dia da sala de aula, facilitando o desenvolvimento da consciência crítica e reflexiva dos alunos.

Como trabalhar na diversidade em sala de aula.
A sala de aula como espaço privilegiado de relações com o saber.Relações com o saber e relações de saber.A escola da vida na vida da escola como paradigma para o trabalho curricular na diversidade.O professor como mediador das relações com o saber… Da arrumação da sala de aula ao trabalho com projetos para favorecer o processo de aprendizagem, com pesquisa. A diversidade como um ‘ valor’ e não como obstáculo.

A aventura da aprendizagem
A aprendizagem humana torna-se uma aventura sempre que o aprendiz, impulsionado pelo desejo, quer manter relações com o saber e consigo mesmo. A idéia da aventura está associada às modernas teorias de aprendizagem centradas na redescoberta e na pesquisa, enquanto busca e diálogo com a realidade.

Trabalho em grupo como estratégia de aprendizagem e de participação.
A importante contribuição da psicologia social para melhor compreendermos a aprendizagem cooperativa e colaborativa, enriquecendo estudos e pesquisas sobre as características da aprendizagem humana.

Você quer ser diferente ou quer ser igual?
A proposta é a realização de uma reflexão crítica a partir das contribuições da Sociologia e da Antropologia à Educação, na análise dos binômios: diversidade/homogeneidade e igualdade e diferença. Implicações para o paradigma da educação inclusiva entendida como educação de boa qualidade para todos.

A contribuição de Morin para a educação como responsabilidade social.
Trata-se de analisar a educação como função social, ao lado de outras áreas com as quais a educação deve manter articulações e parcerias.A contribuição de Morin diz respeito ao que ele chamou dos ‘ sete buracos negros’ da educação que devem ser colocados no centro das preocupações dos educadores, interessados e compromissados com a formação do cidadão integral, socialmente responsável.

A escola da vida na vida da escola.
A escola da vida, embora sem um currículo organizado e sistematizado constitui-se em permanentes aprendizados, nem sempre os mais desejáveis sob os aspectos acadêmicos e éticos. Se a escola trouxer para seu microcosmo as vivências do dia a dia dos aprendizes como insumos para compor o currículo que está sistematizado e organizado em ciclos ou em séries, terá as oportunidades de que necessita para analisar, com seus alunos e professores os fenômenos que nos cercam.

Contribuições da Neuropsicologia para a aprendizagem humana.
A aprendizagem humana tem sido analisada sob diversos enfoques. A evolução dos estudos em neuropsicologia oferece um novo panorama para o processo de aprender. Merecem ênfase: o papel do cérebro humano na aprendizagem, bem como a importância das funções executivas para garantir a efetividade das relações com o saber.

A Ética no uso dos Resultados da Avaliação: Desafio para Gestores, Avaliadores e Avaliados.
Os resultados da avaliação do desempenho acadêmico ainda representam meios pressão e de tensão para os alunos, descaracterizando sua verdadeira finalidade. Resultados de avaliações são recursos indispensáveis para implementar modificações na ação pedagógica e não para rotulações ou para triagem. Assim, seus usos,segundo a filosofia dos sistemas educacionais, podem se configurar como desafios que deverm ser enfrentados com base na ética na educação.

A responsabilidade da educação na formação do sujeito ético.
Trata-se de analisar o papel político e social da educação, com ênfase para a escola. A responsabilidade da educação transcende os limites da transmissão de conhecimentos para abranger questões fundamentais à trajetória do ser humano. A formação do sujeito ético como uma das atribuições da prática pedagógica é uma necessidade que se impõe num mundo marcado pela competitividade e por uma séria crise de valores morais.

Integralidade de ações para o atendimento de pessoas com deficiência intelectual.
A deficiência intelectual (DI) na concepção da Associação Americana para o estudo da DI e do desenvolvimento (AADID) e a noções de transversalidade e de ecosofia propostas por Guattari. Que ações devem ser integralizadas? Como?

Escola Especial Inclusiva: Novos Tempos e Espaços na Diversidade.
Uma escola especial pode ser inclusiva? Porque o trabalho desenvolvido em escolas especiais tem sido considerado excludente? A proposta de inclusão educacional escolar e as mudanças que se tornam necessárias nas crenças, políticas e práticas pedagógicas oferecidas nas escolas. Qualquer escola.

Para além da diversidade a diferença.
A diversidade tem sido apontada como um dos principais eixos do trabalho em escolas de orientação inclusiva. Faz-se necessário examinar os vários sentidos e significados de /diversidade/ para não perdermos de vista as subjetividades, ou, em outras palavras as diferenças individuais.

Elaboração do projeto político pedagógico (PPP) de orientação inclusiva.
As escolas, por inspiração da LDB 9394/06 elaboraram seus PPP, nem sempre contemplando a inclusão educacional escolar, tal como deve ser entendida sob o enfoque democrático. Faz-se necessário que as escolas revejam seu PPP, seja nos marcos referenciais, no seu diagnóstico e em sua programação, inclusive no projeto curricular adotado.

Adaptações curriculares.
Trata-se de discutir os conceitos de currículo e de como flexibilizá-lo, para que seja accessível para todos (as) garantindo a participação e a aprendizagem de cada um, de qualquer um e de um qualquer.

A dislexia de evolução e os equívocos quanto ao processo de ensino-aprendizagem.
Revisão conceitual, características da dislexia de evolução, diagnóstico e atendimento educacional. O papel do educador, do fonoaudiólogo, psicopedagogo e dos familiares.

Contribuições da neuropsicologia ao trabalho psicopedagógico.
Revisão do papel do psicopedagogo e da base teórica que fundamenta suas práticas de avaliação e de intervenção. As neurociências cognitivas como expansão do olhar psicopedagógico, incluindo o cérebro, entendido como o órgão da aprendizagem humana.

As funções executivas e sua importância na vida humana, em especial na aprendizagem. O que são funções executivas? Quais são? Que segmento cerebral é o principal responsável por elas? Como avaliá-las e como colaborar para o seu desenvolvimento nas práticas escolares? As contribuições de Luria e de Goldenberg.

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